Liam Belinni
- abril 2, 2026
Summer Kensington e Sage Sutton sempre foram inseparáveis.
Amigos desde a infância, há mais de duas décadas compartilham tudo — exceto o fato de que, há muito tempo, nutrem sentimentos profundos um pelo outro.
Mas isso está prestes a mudar.
Em um dia aparentemente comum, após ouvir algo que preferia não ter escutado, Summer toma mais uma decisão impulsiva: ela vai conquistá-lo, não importa como.
Sage, o jogador de hóquei e típico nerd mais desejado de Harvard, passou anos se resguardando e aguardando a oportunidade certa com o grande amor da sua vida — sua melhor amiga. O problema é que ele pensou demais, hesitou demais… e arriscou de menos.
Para Summer, esperar já não é uma opção.
Para Sage, ele esperaria para sempre — desde que tivesse a certeza de que, no final, ficaria com ela.
No meio disso, sentimentos vêm à tona: conversas intensas demais, toques que se prolongam além do esperado e desejos difíceis de conter.
Aceitar o “quase” já não basta.
E então, sem medo de se jogar no desconhecido, eles decidem apostar tudo.

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Durante a leitura de Freefall Meu Risco Favorito, acompanharmos a história de Summer e Sage, e fica claro desde as primeiras páginas por que esse livro conquista tão facilmente.
Somos envolvidos por uma narrativa leve, divertida e extremamente cativante, que aquece o coração e nos faz querer continuar lendo sem parar — não à toa, é o tipo de leitura que terminamos em pouquíssimo tempo.
Summer é aquele tipo de personagem impossível de não amar: solar, espontânea, divertida e decidida. Já Sage equilibra tudo com seu jeito mais reservado, inteligente e absolutamente apaixonado — um verdadeiro “cadelinha” no melhor sentido possível, com gestos sutis e constantes que só reforçam a profundidade do que sente. Juntos, eles formam um casal envolvente, daqueles que transbordam química e fazem a gente torcer a cada interação.
O desenvolvimento da relação entre os dois, que começa em uma amizade sólida e evolui para algo ainda mais especial, é construído de forma leve e apaixonante. A forma como ambos reconhecem sentimentos que sempre estiveram ali é natural e deliciosa de acompanhar, trazendo momentos divertidos, emocionantes e muito genuínos.
Além disso, a escrita da autora é fluida e viciante — daquele tipo que nos prende completamente, a ponto de querermos ler qualquer coisa que ela escreva. É impossível não se encantar também pelos personagens secundários, como Winter e Will, que despertam curiosidade e deixam um gostinho de “quero mais”.
No fim, temos uma história que não apenas entretém, mas também conforta — um verdadeiro acalento para o coração e uma leitura que supera expectativas com facilidade.
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