Eleonora
- março 25, 2026
Angel Hayes
Passei a vida inteira acostumada a conseguir tudo o que desejava. Não por capricho, mas porque a ausência era constante: presentes ocupavam o lugar da presença, viagens luxuosas tentavam comprar carinho. Cresci nesse vazio disfarçado, aprendendo a acreditar que tudo poderia me pertencer.
Até que…
Aaron Hart
Conheci Aaron no último ano da escola. Não éramos próximos, mas eu o observava de longe, admirando-o em silêncio e desejando, no fundo, ser como ele. Então, de repente, ele desapareceu — e aquela pequena obsessão acabou ficando para trás… por um tempo. Até eu descobrir onde ele estava estudando e decidir seguir o mesmo caminho.
Agora estou aqui: em um internato perigoso, escondido em algum ponto da Suíça, me envolvendo em situações que deveria evitar. Sei que ele faz parte do grupo mais temido do lugar — aqueles que ditam as regras — e, ainda assim, estou disposta a ir até o limite para conquistá-lo.
Porque quando eu quero algo, eu consigo. Aaron Hart é o meu objetivo — e, como uma arqueira precisa, raramente erro o alvo.
O problema é que adversários como ele também sabem lutar de perto. E, quando começa a agir fora do que eu previa, o jogo que eu mesma criei passa a se voltar contra mim, ameaçando me sufocar.

Nina Queiroz é o nome artístico de uma autora nascida em 2003. Não gosta muito de falar sobre si, mas se empolga facilmente ao abordar qualquer outro tema.
Passa cerca de oitenta por cento do tempo imersa no modo “leitora surtada”, e nos outros vinte por cento assume o papel de uma escritora completamente fora da caixinha. Atualmente mora em Portugal, embora seja natural de Fortaleza. Ama animais, adora dançar (mesmo dizendo que parece uma lombriga ou aqueles bonecos de posto) e tem uma aversão curiosa a palhaços — apesar de usar esse emoji como marca pessoal e se identificar com eles.
Define-se como “romancefóbica” (um termo que ela mesma criou), já que se recusa a ler qualquer coisa que não envolva romance — precisa, no mínimo, de um casal para aquecer o coração. Há até quem diga que, na falta de opções, já torceu por um improvável par entre uma abelha e uma humana.
Costuma descontar a ansiedade na comida e, quando está nervosa, fala sem parar. Ama seus próprios surtos — e, inclusive, fica à espera deles.
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